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Convenções definem 6 candidatos ao governo de MS

Chapas tem até o dia 15 de agosto para registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE)


Por Dourados News

O final de semana em Mato Grosso do Sul foi para decisões, surpresas e fim de mistérios no setor político. As convenções partidárias, que deveriam ser realizadas até ontem (05), definiram os nomes que disputarão o Governo do Estado, Senado, Câmara Federal, Assembleia Legislativa e Presidência da República nas eleições deste ano. 

Confira abaixo quem são os nomes apontados para disputa do executivo de MS e seus respectivos candidatos a vice-governadoria:

MDB

Tomando o lugar que seria do ex-governador André Puccinelli (MDB), a senadora emebedista Simone Tebet decidiu licenciar-se do mandato no Congresso Federal para disputar a chefia de Mato Grosso do Sul em outubro deste ano. 

Segundo informações divulgadas desde a semana passada, a decisão partiu do próprio ex-governador, que está preso na sede da Polícia Federal em Campo Grande desde o dia 20 de julho. Relembre a notícia da prisão aqui!

Tebet virá acompanhada do Procurador de Justiça Sérgio Harfouch (PSC) disputando a vaga de vice-governador.

Inicialmente, Harfouch estava cotado para enfrentar nas urnas uma das duas vagas disponíveis ao Senado neste pleito, depois o partido teria o apontado para o Governo do Estado, mas sem alianças suficientes para campanha, o Procurador decidiu subir no palanque emebedista e encarar ao lado de Simone a vaga no executivo.

PSDB

Foi confirmada a disputa pela reeleição do governador tucano Reinaldo Azambuja (PSDB). A convenção para definição dos nomes do partido aconteceu no sábado (04) e pôs fim também no mistério democrata para o embate eleitoral neste ano. 

Azambuja virá acompanhado do ex-prefeito de Dourados, Murilo Zauith (DEM), encarando a busca pela vaga de vice-governador. 

O líder democrata vinha fazendo suspense ao longo do ano e em vários momentos se inclinava ao MDB, hora ao PSDB. Por fim acabou virando aliança tucana. 

PDT

Apesar da confirmação do nome do juiz aposentado Odilon de Oliveira para disputar o governo de MS pelo PDT, a chapa ainda vinha seguindo indefinida quanto a candidatura do vice, que acabou sendo escolhido neste final de semana. 

Após reviravolta desde a quarta-feira passada (01), quando o nome da radialista Keliana Fernandes (Pros) acabou sendo elencado para cobrir a vaga, mas logo depois foi derrubado por contradizer com a opinião da coligação, acabou selecionado para disputar ao lado de Odilon o bispo evangélico douradense Marcos Vitor (PRB), da Sara Nossa Terra. 

O nome de Marcos foi cravado na noite de sábado (04) e divulgado pela assessoria do PDT na manhã de domingo. Até então, a escolha seria feita entre Marcos e a esposa, Bispa Adriana Legemann Vitor. 

PT

Sem alianças, o Partido dos Trabalhadores vem disputando a ocupação no executivo do Estado com o nome de Humberto Amaducci, ex-prefeito de Mundo Novo durante quatro mandatos. Acompanhado da professora Luciene Maria da Silva como vice, o petista diz ter experiência para distribuição qualificada de recursos entre setores.

A escolha dos nomes aconteceu no sábado passado (28) em Campo Grande. 

PV

Ainda neste final de semana, o Partido Verde lançou Marcelo Bluma para disputa pelo governo do Estado. O engenheiro e advogado corumbaense já foi eleito vereador em Campo Grande nas eleições de 2000. 

Ao lado dele, a candidata a vice-governadoria é Ana Maria Bernadelli do Rede. 

PSOL

Encerrando o ciclo de decisões, o Psol oficializou neste domingo (05) a candidatura do advogado e ex-vice-prefeito em Ribas do Rio Pardo João Alfredo, quem vem acompanhado da agricultora familiar Dina Freitas pela vice-governadoria. 

O partido decidiu formalmente não apoiar nenhuma outra sigla, conforme divulgou o G1. 

Agora, com nomes escolhidos, os partidos têm até o dia 15 deste mês para registro das chapas no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul). 


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