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Vendas no varejo de MS ficam estáveis em fevereiro

No País, setor teve retração de 0,2% na comparação com janeiro


Correio do Estado

Na contramão dos resultados nacionais, que apontaram retração de 0,2% nas vendas do varejo em fevereiro na comparação com o mês anterior, comércio de Mato Grosso do Sul fechou o segundo mês do ano com estabilidade nas vendas (0,0%), de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (12). 

Em janeiro, o varejo sul-mato-grossense havia registrado crescimento de 0,4% nas vendas e em dezembro do ano passado, queda de -1,4%. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o setor registrou crescimento de 3,7%. Os números são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e referem-se à série com ajuste sazonal.

No primeiro bimestre de 2018, de acordo com o levantamento, o volume de vendas do setor teve retração de -3,4% no Estado; nos 12 meses até fevereiro, o varejo teve leve expansão, de 0,1%. Já a receita nominal de vendas apresentou crescimento, saindo de 2,6%, em janeiro, para 3,1%, em fevereiro. 

Varejo ampliado

Quanto ao comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de materiais de construção, as vendas de Mato Grosso do Sul fecharam com crescimento de 0,3% em fevereiro, índice menor que o de janeiro (1,8%), segundo o IBGE. Quando comparado com fevereiro do ano passado, as vendas cresceram 3,7%. No acumulado do ano, o resultado é negativo (-3,3%), mas nos últimos 12 meses, as vendas do setor registram avanço de 0,9%.

A receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado teve expansão de 3,9% em fevereiro, frente a 1,2% em janeiro, apontou a pesquisa. No primeiro bimestre do ano, o acumulado foi de 2,5%, porém em 12 meses, a receita nominal fechou em -1,3%.

Nacional
De acordo com o IBGE, o volume de vendas no varejo voltou a mostrar ligeira redução em fevereiro, expresso pela variação de -0,2% na comparação com janeiro, após avanço de 0,8% no mês anterior. A variação negativa alcançou quatro das oito atividades investigadas e teve recuo mais significativo observado em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,6%) — setor de maior peso do varejo —; seguido por tecidos, vestuário e calçados (-1,7%) e  outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,8%).Combustíveis e lubrificantes, com recuo de 1,4%, teve o quarto resultado negativo seguido.

Ficaram com resultado positivo frente a janeiro as atividades  de móveis e eletrodomésticos (1,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,8%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (2,7%) e Livros, jornais, revistas e papelarias (1,6%).


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