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Primeira pesquisa Ranking 2018; Odilon à frente, Azambuja é 2º e Puccinelli em 3º

Seja na pesquisa espontânea ou na estimulada, em comparação com seus adversários, ele aparece com percentuais que variam de 17% a 30,16% das intenções de votos


Por Diário da Mídia

A disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul estaria hoje polarizada por três concorrentes: o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT), o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-governador André Puccinelli (MDB).


Este é o quadro atual apurado pela Ranking Comunicação e Pesquisa, que comparado com a amostragem anterior indica como oscilações de maior destaque a ascensão de Azambuja, que passou André, o grande número de indecisos e a queda de Ricardo Ayache (PSB), que não se declara candidato mas tem seu nome sempre citado entre as opções para a sucessão estadual.


 
De acordo com a Ranking, na pesquisa espontânea Odilon tem 17,50% e está à frente de Azambuja (12,16%), Puccinelli (10,83%), Coronel David, do PSC (3,33%) e Alcides Bernal, do PP (2,66%). Com menos de um ponto estão Humberto Amaducci, do PT, e J. Alfredo, do PSOL, cada um com 0,83%; Cláudio Sertão, do Podemos (0,66%); Ricardo Ayache (0,50%); e Suel Ferranti, do PSTU (0,33%). Os que não sabem e não responderam são 50,37%.

 
OSCILAÇÕES - A pesquisa feita pela Ranking em dezembro trazia Odilon liderando, com 18,36%, o que significa que agora ele perdeu pouco menos de um ponto. E a segunda colocação pertencia a Puccinelli, que vinha com 10,16%, num empate técnico com Azambuja (9,56%). Agora, em fevereiro, eles trocaram de posições, com o tucano subindo quase três pontos e o emedebista estabilizado na casa dos pouco mais de 10%. Os outros candidatos tinham, em dezembro, a seguinte pontuação: Ayache. 2,16%); Luiz Henrique Mandetta, do DEM, 1,70%; e Bernal, 1,13%. Com menos de um ponto: David (0,80%), Suel (0,56%), Sertão (0,23%) e Amaducci (0,16%). Os indecisos eram mais naquela pesquisa: 55,18%.

 
ESTIMULADA – Na consulta estimulada, se as eleições fossem hoje o pedetista Odilon lideraria com 30,16%, deixando a disputa do segundo lugar entre Azambuja (18,16%) e André (15,50%). Mais abaixo, com pontuações expressivas, David (5,55%) e Bernal (4,66%). Depois Amaducci (1,83%), Ayache (1,66%), J. Alfredo (1,16%), Sertão (1%) e Suel (0,66%). Os que não sabem e não responderam somam 19,66%. Na oscilação dos índices entre dezembro e fevereiro, quem mais cresceu foi Coronel David, que saiu de 1,13% e chegou a 5,55% - era o sétimo lugar e agora está em quarto.

 
Bernal também subiu bem, quase três pontos, indo de 1,70% para 4,66%. Odilon e Azambuja avançaram com passadas semelhantes, na casa entre um a dois pontos. Porém quem ganhou mais foi o tucano, que tinha 16,13%, cresceu 2,3%, passou André e ficou com a segunda posição. E o emedebista perdeu o lugar caindo de 17,06% para 15,50%. 


REJEIÇÃO – Nas duas pesquisas estimuladas consultando em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum, a maior rejeição é atribuída a André. O emedebista manteve o desempenho: tinha 29,13% em dezembro e agora aparece com 29,66%. Azambuja conserva a segunda posição, mas conseguiu tirar quase cinco pontos nessa consulta: eram 20,40% os eleitores que o rejeitavam e agora são 15,16%. Bernal também viu diminuir a legião de quem não votaria nele para governador: em dezembro eram 17,63% e agora são 12,50%.


Veja o quadro compreto com os numeros de rejeição;


A pesquisa da Ranking tem o registro no TSE sobe o numero; MS-00351/2018. Foram feitas 1.200 entrevistas em oito regiões que abrangem os 79 municípios de Mato Grosso do Sul no período de 1º a 05 de fevereiro. O intervalo de confiança é de 95%, a margem de erro 2,83% para mais ou para menos.



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